O trio de cobertura de seguro indispensável a qualquer empresa. Você sabe que trio é este? Confira aqui!

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O seguro patrimonial é o pilar de sustentação da segurança financeira de qualquer empresa. Se ele for contratado de forma inadequada, a consequência pode ser a sua falência irremediável.

Existe uma série de critérios a serem levados em consideração para que uma empresa possa estar efetivamente protegida por um seguro patrimonial. Não é obviamente possível abordar todos eles em um único post, mas é sim possível dar um ponto de partida.

Este ponto de partida é a determinação das coberturas de seguro a serem contratadas. Os seguros patrimoniais oferecidos atualmente pelo mercado contemplam uma infinidade de coberturas, algumas obrigatórias e outras acessórias. Quais são as mais importantes?

Isto obviamente varia conforme as particularidades de cada empresa, mas três coberturas são sempre indispensáveis em 99% dos casos, e devem ser sempre contratadas em qualquer circunstância, e são indispensáveis porque a ausência de qualquer uma põe em risco nada menos que a existência da empresa no futuro.

Gosto de chamar este “trio de coberturas” de espinha dorsal do seguro empresarial. E por ser a espinha dorsal deve ser o ponto de partida na configuração de qualquer seguro empresarial. São elas as coberturas de incêndio, lucros cessantes e responsabilidade civil.

 

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Dependendo do caso outras coberturas podem ser tão relevantes quanto este trio, como é o caso da cobertura de vendaval, de danos elétricos, roubo de bens ou quebra de máquinas. Mas como disse antes, na maioria dos casos é a necessidade do trio que prevalece.

E porque este trio pode ser considerado como a espinha dorsal de qualquer cobertura de seguro empresarial? Porque os riscos de incêndio, lucros cessantes e responsabilidade civil na realidade formam um único risco associado a um único evento e isto é um fato que poucos se dão conta. É o que tecnicamente chamamos de acumulo de risco.

A ocorrência de um incêndio pode resultar em graves danos materiais ao patrimônio da empresa. Por este motivo, muitos lhe dão justificada, mas exclusiva relevância. E acabam por desconsiderar os danos financeiros consequentes, e, que frequentemente são muito maiores.

Assim, um único incêndio pode provocar danos materiais e, também, a interrupção indeterminada da atividade da empresa. Sem atividade não há lucro; há perda de mercado, além do pagamento de pesados custos e despesas sem a contrapartida em receita. O dano financeiro decorrente de lucros cessantes pode ser portanto ainda mais catastrófico que o dano material. E ambos ocorrem ao mesmo tempo.

Mas os danos podem ser ainda maiores. Este mesmo incêndio, além de provocar danos materiais e financeiros simultaneamente, ainda pode atingir um imóvel vizinho, ou causar morte ou lesão de outras pessoas. E neste caso, além dos danos materiais e lucros cessantes, a empresa pode, também se ver obrigada a fazer pesadas indenizações.

Tudo isto de uma só vez.

Se você é um corretor de seguros, administrador de empresa ou gerente de risco, e não deu a devida atenção ao indispensável trio de coberturas patrimoniais, volte a prancheta já. Como vimos, não fazê-lo pode ser desastroso para você, para sua empresa e para seu cliente.

Bom trabalho a todos, e um forte abraço!

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